Existia um grupo em extinção. Os seres eram todos como o bebê de mandioca do Labirinto do Fauno, porém eram molengos, gelatinosos. A minha missão, junto com o alemão e mais um outro, era ter relações sexuais com esses seres para garantir as suas existências: o seres do grupo eram produtos de uma experiência científica amadora, foram criados da natureza morta e agora tinham vida, vida que não garantia a criação de outra semelhante. Eram seres assexuados entre si, porém não com os humanos. Eram seres apegados ao seu pequeno grupo de seres da servidão de um amador louco.
As vezes, na missão, transávamos com mais de um ser não-humano, pois a suas sedes, pressa e medo dominavam qualquer coisa ou ser que estivesse lá. Fazia isso com todo o meu coração e, percebi que não estava sozinha. Aquela gente, que agora tornou gente pois tinha o que toda gente tem e o que a gente sente, era gente mesmo.
Era pura gelatina!
(com coraçõezinhos mergulhados)
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